Segurança para agência de marketing: blindando o acesso às marcas dos seus clientes
Sua agência detém as chaves das contas de ads, redes sociais e sites de dezenas de marcas. Um único comprometimento vira controle sobre canais e verbas de todos os seus clientes ao mesmo tempo. A Decripte recupera acessos sequestrados, blinda o cofre de credenciais e implanta MFA e detecção contínua.
Resposta direta
Para proteger uma agência de marketing você precisa tratar os acessos de terceiros (Meta Business, Google Ads, TikTok Ads, gerenciadores de redes sociais e painéis dos sites dos clientes) como o ativo mais crítico do negócio: centralize todas as credenciais em um cofre corporativo com MFA resistente a phishing (FIDO2/passkeys, não SMS), elimine senhas compartilhadas em planilhas e chats, segmente o acesso por cliente e por papel (princípio do menor privilégio), monitore logins e mudanças de método de pagamento das contas de mídia em tempo real, e tenha um plano de resposta a incidentes pronto para conter um sequestro em menos de uma hora. Sequestros de conta de ads costumam começar por phishing ou roubo de cookie de sessão de um gestor, e a verba é desviada nas primeiras horas — velocidade de contenção é o que separa um susto de um prejuízo irreversível. Comece pelo diagnóstico gratuito de Gestão de Ameaças em decripte.io/free para mapear quais dos seus acessos e dos seus clientes já estão expostos.
24/7
SOC monitorando logins e gastos de mídia
<=1h
SLA de contenção em incidente
FIDO2
MFA resistente a phishing no cofre
LGPD
Agência é operadora dos dados do cliente
Em resumo
- ›A agência é um alvo de alto valor porque concentra acesso a contas de ads, redes sociais e sites de muitas marcas — comprometê-la dá controle sobre canais e verbas de vários clientes de uma só vez.
- ›O vetor mais comum é o sequestro de conta (ATO) de um gestor via phishing ou roubo de cookie de sessão, seguido de adição de novo administrador e troca da forma de pagamento para desviar a verba de mídia.
- ›A defesa começa por centralizar credenciais em um cofre corporativo com MFA resistente a phishing (FIDO2/passkeys), eliminando senhas em planilhas, chats e e-mails.
- ›Sob a LGPD a agência é operadora dos dados pessoais dos clientes finais; um vazamento pela agência gera obrigação de comunicação à ANPD e ao cliente controlador.
- ›Resposta a incidentes com SLA de contenção <=1h e SOC 24x7 são determinantes porque o desvio de verba acontece nas primeiras horas após o sequestro.
- ›Comece grátis pelo diagnóstico de Gestão de Ameaças em decripte.io/free e avance para planos pagos em /planos conforme o risco mapeado.
Cibersegurança para Agências de Marketing e Publicidade
Sua agência detém as chaves das contas de ads, redes sociais e sites de dezenas de marcas. Um único comprometimento vira controle sobre canais e verbas de todos os seus clientes ao mesmo tempo. A Decripte recupera acessos sequestrados, blinda o cofre de credenciais e implanta MFA e detecção contínua.
Por que a agência de marketing é um alvo desproporcional
Uma agência de marketing e publicidade ocupa uma posição peculiar na cadeia de risco digital: ela não é dona das marcas que opera, mas detém as chaves de praticamente todos os canais dessas marcas. Em um único gerenciador de negócios — seja o Meta Business Manager, o Google Ads, o TikTok Ads Manager, o LinkedIn Campaign Manager ou ferramentas de agendamento de redes sociais — concentram-se os acessos a dezenas de contas de clientes, cada uma com cartões corporativos, históricos de campanha, públicos personalizados e, frequentemente, integrações com os sites e CRMs dessas empresas. Para um atacante, comprometer a agência é um atalho: em vez de invadir vinte marcas, ele invade um único parceiro e ganha controle simultâneo sobre os canais e as verbas de todas elas.
Esse efeito de concentração transforma a agência em um alvo de alto retorno por esforço. O criminoso que sequestra um único login de gestor pode, em minutos, adicionar a si mesmo como administrador de várias contas de anúncio, trocar a forma de pagamento, subir criativos fraudulentos e queimar orçamentos diários inteiros antes que alguém perceba. A monetização é direta e rápida: ele transforma a verba de mídia dos seus clientes em tráfego para golpes, criptogolpes, sites de phishing ou simplesmente em fraude de cliques que gera receita para esquemas paralelos.
O risco não é teórico nem distante
Campanhas de phishing direcionadas a gestores de mídia e a administradores de Business Manager circulam continuamente, muitas vezes disfarçadas de notificações de violação de política de anúncios, falsos avisos de suspensão de conta ou convites de colaboração. O clique de um único colaborador cansado, em uma sexta-feira à noite, é suficiente para abrir a porta.
O mapa de ameaças específico do setor
Sequestro de contas de redes sociais e de ads dos clientes
O cenário mais temido. O atacante obtém acesso ao gerenciador de uma rede social ou plataforma de ads e, a partir dele, controla as páginas, os perfis e as contas de anúncio dos clientes da agência. Pode publicar conteúdo em nome das marcas, lançar campanhas, remover administradores legítimos e bloquear o acesso da própria agência. Quando o sequestro atinge o nível de Business Manager, a remediação envolve não só recuperar o login, mas reconstituir a estrutura de propriedade e papéis — um processo que pode levar dias se não houver evidência e governança prévia.
Fraude de verba de mídia e comprometimento dos sites dos clientes
Mesmo sem controlar a marca por completo, o criminoso que entra em uma conta de ads troca a forma de pagamento e dispara campanhas que esgotam o orçamento. A verba do cliente — às vezes centenas de milhares de reais por mês em contas grandes — vira combustível para esquemas do atacante. O dano financeiro é imediato e o dano reputacional para a agência é severo: foi ela quem assumiu a custódia daquele orçamento. Em paralelo, agências frequentemente hospedam ou administram os sites das marcas (WordPress, e-commerce, landing pages); credenciais de FTP, painéis administrativos e plugins desatualizados abrem caminho para injeção de código, defacement, redirecionamentos maliciosos e skimming de dados em formulários e checkouts. Um único servidor compartilhado mal segmentado propaga o comprometimento de um site para todos os outros.
Phishing e ATO de gestores
A porta de entrada quase universal. Gestores de tráfego, social media e atendimento são alvejados com e-mails, mensagens diretas e até ligações de engenharia social. O roubo de credenciais é o objetivo direto, mas técnicas modernas furtam o cookie de sessão já autenticado — o que permite ao atacante burlar até MFA baseado em código, porque ele entra com a sessão já validada da vítima.
Por que SMS e código por app não bastam
MFA por SMS é vulnerável a SIM swap e a kits de phishing que retransmitem o código em tempo real. Roubo de cookie de sessão contorna até o MFA por aplicativo autenticador. A defesa robusta é MFA resistente a phishing baseado em FIDO2/WebAuthn (chaves físicas ou passkeys), que vincula a autenticação ao domínio legítimo e não pode ser retransmitida para um site falso.
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A raiz do problema: como as agências realmente guardam credenciais
Na prática operacional de uma agência em crescimento, a gestão de acessos costuma evoluir de forma caótica. Senhas de clientes acabam em planilhas compartilhadas, em mensagens de WhatsApp da equipe, em e-mails de onboarding nunca apagados, em arquivos de texto na área de trabalho e na memória de quem fez o cadastro original. Quando um colaborador sai, raramente há um processo confiável de revogar tudo o que ele acessava. Quando um novo cliente entra, a credencial é repassada por um canal informal. Esse modelo é frágil por construção: basta um dispositivo infectado por infostealer, um e-mail vazado ou um ex-funcionário ressentido para que uma cascata de acessos seja comprometida.
O sintoma clássico
A agência descobre que foi comprometida não pelos seus próprios alertas, mas porque um cliente liga avisando que sua conta de ads está gastando o triplo do orçamento, ou porque a página da marca começou a publicar conteúdo estranho. Nesse ponto, o atacante já está dentro há horas — às vezes dias.
A correção estrutural é migrar de um modelo de credenciais espalhadas para um cofre corporativo de senhas com controle de acesso granular, registro de auditoria, compartilhamento sem expor a senha em texto claro e MFA na entrada do próprio cofre. Esse é o coração do que a Decripte chama de blindar o cofre de credenciais: um único ponto governado, em vez de dezenas de pontos invisíveis.
Higiene mínima de credenciais para agências
- ✓Cofre corporativo com MFA FIDO2 para todas as senhas de clientes e ferramentas
- ✓Zero senhas em planilhas, chats, e-mails ou arquivos locais
- ✓Acesso por papel e por cliente — quem não opera a conta não vê a senha
- ✓Revogação imediata e auditável no offboarding de qualquer colaborador
- ✓Rotação de senhas após cada saída de colaborador ou suspeita de incidente
- ✓Sessões de Business Manager e Ads sempre por contas individuais nominais, nunca login compartilhado
Governança de acesso de terceiros: o modelo correto de operar contas de clientes
A forma tecnicamente correta de uma agência operar a conta de um cliente não é receber a senha do cliente. É ser adicionada como parceira ou administradora delegada nas plataformas que suportam esse modelo — Meta Business Manager, Google Ads e similares permitem que o cliente conceda acesso à agência sem jamais compartilhar a própria credencial. Cada operador da agência usa sua identidade nominal, com MFA próprio, e o cliente mantém a propriedade da conta. Quando o contrato termina, o cliente revoga o acesso da agência com um clique, sem precisar trocar senha.
Esse modelo de delegação resolve três problemas de uma vez: elimina o compartilhamento de senha (que viola boas práticas e dificulta a auditoria), preserva a propriedade do ativo nas mãos do cliente (reduzindo o dano em caso de comprometimento da agência) e cria rastreabilidade — cada ação fica vinculada a um operador identificado. A Decripte estrutura essa governança junto com o hardening dos acessos, ajudando a agência a migrar do modelo de senha compartilhada para o modelo de delegação nominal.
Princípio do menor privilégio aplicado a mídia
Nem todo gestor precisa de acesso de administrador. Um analista que só sobe criativos precisa de permissão de anunciante, não de administrador do Business Manager. Quem só lê relatórios precisa de acesso de visualização. Restringir o privilégio reduz drasticamente o estrago possível de uma conta comprometida.
A dimensão regulatória: a agência é operadora de dados sob a LGPD
Sob a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), quando uma agência trata dados pessoais a mando de um cliente — gerenciando públicos personalizados, listas de e-mail para campanhas, bases de leads, pixels de conversão que coletam dados de visitantes — ela assume o papel de operadora, enquanto o cliente é, em regra, o controlador. Essa distinção não é cosmética: ela define responsabilidades. A operadora deve tratar os dados estritamente conforme as instruções do controlador, adotar medidas de segurança adequadas e, em caso de incidente que envolva risco aos titulares, comunicar o controlador para que este avalie a comunicação à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e aos titulares afetados.
Na prática, isso significa que um vazamento causado por falha de segurança da agência não é problema só da agência — ele aciona obrigações em cadeia que respingam em todos os clientes cujos dados foram tratados. Um contrato de tratamento bem redigido, controles técnicos demonstráveis e um plano de resposta a incidentes documentado deixam de ser luxo e passam a ser requisito de conformidade e de defesa contratual.
O efeito dominó da LGPD em uma agência comprometida
Se a base de leads de cinco clientes vaza por uma falha da agência, a agência pode ter de comunicar cinco controladores diferentes, cada um com seu próprio prazo e dever de notificar a ANPD. Sem evidência forense do que vazou e quando, a agência fica sem como delimitar o escopo — e responde pelo pior cenário presumido.
A Decripte estrutura a conformidade LGPD da agência de forma pragmática: mapeamento dos dados pessoais que transitam pela operação, contratos de operador alinhados, medidas técnicas de segurança proporcionais e um runbook de resposta que já contempla o fluxo de comunicação entre operadora e controlador. Quando o incidente acontece, a agência sabe exatamente o que fazer e com quem falar.
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Detecção: enxergar o ataque enquanto a verba ainda está na conta
O diferencial entre um susto e uma catástrofe é o tempo de detecção. Em um sequestro de conta de ads, os primeiros sinais aparecem em minutos: um login de uma geolocalização incomum, a adição de um novo administrador, a alteração da forma de pagamento, um salto anômalo no gasto diário, a criação de campanhas fora do horário e do padrão da agência. Cada um desses eventos é um gatilho que um SOC 24x7 monitora e correlaciona.
A Decripte instrumenta a operação da agência para que esses sinais cheguem a um centro de operações de segurança que funciona em regime ininterrupto. Logins suspeitos, mudanças de privilégio e desvios de comportamento de gasto disparam alertas que são triados por analistas, não apenas empilhados em um painel que ninguém olha. Quando o sinal é real, a resposta começa antes que o cliente perceba que algo está errado.
Sinais que o SOC vigia em contas de mídia
Novo administrador adicionado a um Business Manager; alteração de método de pagamento; pico de gasto fora do padrão histórico; login de IP ou país atípico; criação de campanhas em horário incomum; tentativas repetidas de MFA falhas; remoção de um administrador legítimo. Qualquer combinação acende o alerta de ATO em andamento.
Pilares da detecção contínua
- ✓Monitoramento 24x7 de logins e eventos de privilégio nas plataformas de mídia
- ✓Alerta de alteração de forma de pagamento e de gasto anômalo
- ✓Correlação de sinais entre múltiplas contas de clientes para detectar campanha de sequestro em massa
- ✓Vigilância de credenciais vazadas da agência e dos clientes em fontes de inteligência
- ✓Triagem humana de alertas — não apenas geração de ruído
Hardening de superfície: e-mail, dispositivos e os sites dos clientes
O endurecimento da agência vai além do cofre de credenciais. O e-mail corporativo é a porta de entrada de quase todo phishing e precisa de autenticação de domínio configurada (SPF, DKIM e DMARC em política de rejeição), filtragem de mensagens maliciosas e treinamento dos colaboradores para reconhecer iscas. Os dispositivos dos gestores — que carregam as sessões autenticadas das contas de mídia — precisam de proteção contra infostealers, que são o vetor moderno de roubo de cookie de sessão.
Quando a agência administra os sites dos clientes, esses ativos web entram no escopo de hardening: atualização disciplinada de CMS e plugins, remoção de credenciais padrão, segmentação entre os sites de diferentes clientes (para que o comprometimento de um não contamine os demais), proteção de borda contra ataques web seguindo as categorias de risco do OWASP, e WAF para conter injeções, cross-site scripting e tentativas de exploração automatizada.
Pentest com foco em acesso, não só em rede
O Pentest da Decripte para agências privilegia o que mais importa neste setor: a cadeia de acesso. Testa-se a resistência a phishing dos gestores, a robustez do MFA, a segmentação entre contas de clientes, a exposição de credenciais e a possibilidade de escalonar de um acesso de baixo privilégio para administrador de Business Manager. O objetivo é encontrar o caminho que o atacante usaria antes que ele o use.
Os sites de clientes que tratam pagamentos diretamente — checkouts de e-commerce, por exemplo — entram em escopo adicional de PCI-DSS quando há captura de dados de cartão, e a Decripte orienta a agência e o cliente sobre as exigências aplicáveis para que a operação de mídia e a operação de pagamento não se contaminem.
Começando: do diagnóstico gratuito ao plano sob medida
A jornada de segurança de uma agência não precisa começar com um projeto caro e demorado. Começa com visibilidade. O plano gratuito de Gestão de Ameaças da Decripte, em decripte.io/free, faz um diagnóstico inicial: mapeia credenciais da agência expostas em vazamentos conhecidos, identifica superfícies de risco e mostra, em linguagem clara, onde estão as maiores fragilidades. É o ponto de partida sem custo e sem fricção — o CTA é Comece grátis agora.
A partir do que o diagnóstico revela, a agência avança para os planos pagos em /planos, dimensionados ao seu porte e ao número de clientes sob custódia. Quem opera muitas marcas e movimenta verbas de mídia altas tipicamente combina monitoramento contínuo, resposta a incidentes pronta e endurecimento dos acessos. Tudo é self-service: a agência escolhe, contrata e ativa pelo próprio painel, sem depender de processos comerciais longos.
Seus primeiros passos
- ✓Faça o diagnóstico gratuito em decripte.io/free para ver suas credenciais e acessos expostos
- ✓Migre todas as senhas de clientes para um cofre corporativo com MFA FIDO2
- ✓Converta o acesso a contas de clientes do modelo de senha compartilhada para delegação nominal
- ✓Ative monitoramento 24x7 dos logins e gastos de mídia
- ✓Ver planos pagos em /planos e dimensionar a proteção ao número de clientes sob custódia
Anatomia ilustrativa: a agência que teve as contas de ads de seus clientes sequestradas
Cenário ilustrativo
Cenário ilustrativo, não um cliente real. Uma agência de marketing de porte médio operava as contas de anúncio de cerca de quinze marcas, gerenciando uma verba de mídia mensal combinada na casa dos seis dígitos. As credenciais dos clientes eram guardadas em uma planilha compartilhada na nuvem e repassadas por mensagens internas. Um gestor de tráfego recebeu, numa quinta à noite, um e-mail que parecia ser uma notificação oficial de violação de política de anúncios, com um link para 'contestar a suspensão'. Ele clicou e autenticou em uma página falsa que, além de furtar a senha, capturou o cookie da sessão já validada — contornando o MFA por aplicativo.
Comprometimento inicial (hora 0)
O atacante usa o cookie de sessão roubado para entrar no Business Manager do gestor sem disparar novo desafio de MFA. Em minutos, adiciona uma conta de e-mail própria como administrador de quatro contas de anúncio de clientes diferentes e remove silenciosamente um administrador legítimo de duas delas.
Detecção (hora 0 a 1)
O SOC 24x7 da Decripte, que monitorava os eventos de privilégio das contas sob custódia da agência, dispara alerta de 'novo administrador adicionado' combinado com 'login de geolocalização atípica' e 'alteração de forma de pagamento' em uma das contas. Um analista de triagem confirma o padrão de ATO em andamento e abre incidente.
Contenção (hora 1 a 2)
Cumprindo o SLA de contenção em até uma hora, a equipe invalida as sessões ativas, força redefinição de credenciais do gestor comprometido, remove os administradores fraudulentos das contas atingidas, pausa as campanhas suspeitas que já tinham começado a consumir verba e congela as formas de pagamento alteradas para estancar o desvio.
Erradicação (hora 2 a 8)
Análise forense identifica o e-mail de phishing, o domínio falso e o infostealer que capturou o cookie no dispositivo do gestor. O dispositivo é isolado e limpo. Verifica-se que outras contas não foram tocadas. Credenciais expostas na planilha compartilhada são consideradas todas potencialmente comprometidas e marcadas para rotação.
Recuperação (hora 8 a 72)
As contas de anúncio têm a estrutura de propriedade e papéis reconstituída. A agência migra todas as credenciais da planilha para um cofre corporativo com MFA FIDO2. O acesso aos clientes é convertido do modelo de senha compartilhada para delegação nominal nas plataformas. MFA resistente a phishing é imposto a todos os gestores. As campanhas legítimas são retomadas.
Comunicação e LGPD (dias 1 a 5)
Como públicos personalizados e listas de clientes foram potencialmente acessados, a Decripte apoia a agência no fluxo de operadora: comunica os controladores afetados com o escopo delimitado pela evidência forense, para que cada cliente avalie suas obrigações de notificação à ANPD e aos titulares.
Lições e estruturação (semanas seguintes)
Implanta-se monitoramento contínuo, política de menor privilégio nas contas de mídia, treinamento antiphishing dos gestores, autenticação de domínio do e-mail (SPF/DKIM/DMARC) e um runbook de resposta. Um Pentest focado em cadeia de acesso valida que o caminho explorado foi efetivamente fechado.
Desfecho com a Decripte
Pela detecção precoce e pela contenção dentro de uma hora, o desvio de verba foi interrompido com prejuízo financeiro mínimo, nenhuma conta de cliente foi perdida de forma definitiva e a relação de confiança com as marcas foi preservada. Mais importante, a agência saiu do incidente com uma postura de segurança estruturalmente diferente: cofre de credenciais blindado, MFA resistente a phishing, delegação nominal de acessos e vigilância contínua. O incidente, que num cenário sem detecção teria queimado verbas inteiras e contaminado vários clientes, virou o ponto de virada da maturidade de segurança da agência.
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Como a Decripte responde a um sequestro de contas em uma agência
Quando uma agência sofre um ATO ou um sequestro de contas de mídia, cada minuto conta — a verba é desviada nas primeiras horas. A resposta da Decripte é orquestrada para conter primeiro e investigar em paralelo, cumprindo o SLA de contenção em até uma hora.
- Triagem imediata: o SOC 24x7 confirma o incidente correlacionando os sinais (novo administrador, login atípico, mudança de pagamento, gasto anômalo) e classifica a gravidade e o escopo — quantas contas de clientes estão envolvidas.
- Contenção em até 1h: invalidação das sessões ativas, redefinição forçada das credenciais comprometidas, remoção dos administradores fraudulentos, pausa das campanhas maliciosas e congelamento das formas de pagamento alteradas para estancar o desvio de verba.
- Recuperação dos acessos: reconstituição da estrutura de propriedade e de papéis nas contas de anúncio e nos gerenciadores de redes sociais, devolvendo o controle legítimo à agência e aos clientes.
- Análise forense: identificação do vetor de entrada (e-mail de phishing, domínio falso, infostealer no dispositivo, cookie de sessão roubado), delimitação do que foi acessado e preservação de evidência para o relatório do incidente.
- Erradicação: isolamento e limpeza dos dispositivos comprometidos, rotação de todas as credenciais potencialmente expostas e fechamento do caminho explorado.
- Apoio à conformidade LGPD: como operadora, a agência precisa comunicar os clientes controladores afetados; a Decripte fornece o escopo forense para que cada controlador avalie a notificação à ANPD e aos titulares dentro dos seus prazos.
- Endurecimento pós-incidente: imposição de MFA resistente a phishing (FIDO2), migração das credenciais para cofre corporativo, conversão para delegação nominal de acesso e aplicação do menor privilégio.
- Validação: monitoramento contínuo ativado e Pentest focado na cadeia de acesso para confirmar que a vulnerabilidade explorada foi efetivamente eliminada.
Como a Decripte estrutura a segurança de uma agência de marketing
Conter um incidente é apenas o começo. A Decripte estrutura a postura de segurança da agência sobre pilares que reduzem a probabilidade e o impacto de futuros comprometimentos, tratando o acesso de terceiros como o ativo crítico que ele é.
Cofre de credenciais blindado
Centralização de todas as senhas de clientes e ferramentas em um cofre corporativo com MFA FIDO2, compartilhamento sem expor a senha, registro de auditoria e revogação imediata no offboarding. Fim das planilhas e dos chats com senhas.
MFA resistente a phishing e governança de identidade
Imposição de autenticação baseada em FIDO2/WebAuthn (chaves físicas ou passkeys) que não pode ser retransmitida por kits de phishing, identidades nominais por operador, delegação de acesso às contas de clientes em vez de senha compartilhada, e menor privilégio por papel.
Detecção e monitoramento 24x7
SOC ininterrupto vigiando logins, eventos de privilégio, alterações de forma de pagamento e desvios de gasto nas contas de mídia, com correlação entre múltiplos clientes para flagrar campanhas de sequestro em massa e triagem humana dos alertas.
Hardening de superfície e dos sites de clientes
Autenticação de domínio de e-mail (SPF/DKIM/DMARC), proteção de dispositivos contra infostealers, atualização e segmentação dos sites administrados, proteção de borda com WAF seguindo as categorias de risco do OWASP, e Pentest focado na cadeia de acesso.
Conformidade LGPD como operadora
Mapeamento dos dados pessoais que transitam pela operação, contratos de operador alinhados, medidas técnicas proporcionais e runbook de resposta que já contempla o fluxo de comunicação entre operadora e controlador exigido em caso de incidente.
Resposta a incidentes pronta
Runbook específico para sequestro de contas de mídia, com SLA de contenção em até uma hora, papéis definidos e fluxo de comunicação com clientes — para que, quando o incidente vier, a agência execute em vez de improvisar.
Planos recomendados para Agências de Marketing e Publicidade
Resposta a Incidentes
Sequestro de conta de ads desvia verba nas primeiras horas; o SLA de contenção em até uma hora estanca o desvio, recupera os acessos e preserva as contas dos clientes da agência antes do prejuízo se tornar irreversível.
Ver plano →SOC 24x7
Logins suspeitos, novos administradores e picos de gasto de mídia acontecem a qualquer hora; o monitoramento ininterrupto detecta o ATO em andamento enquanto a verba ainda está na conta e correlaciona sinais entre vários clientes.
Ver plano →Pentest
Valida a cadeia de acesso que mais importa para uma agência — resistência a phishing dos gestores, robustez do MFA, segmentação entre contas de clientes e possibilidade de escalonar até administrador de Business Manager — encontrando o caminho do atacante antes dele.
Ver plano →Conformidade
Como operadora sob a LGPD, a agência precisa de contratos de operador, medidas técnicas demonstráveis e runbook de comunicação com os clientes controladores e a ANPD para responder corretamente a um vazamento dos dados que custodia.
Ver plano →Perguntas frequentes
Minha agência guarda as senhas dos clientes em planilha. Qual o risco real disso?
É o risco mais comum e mais grave do setor. Uma planilha compartilhada concentra todas as credenciais em um único arquivo que pode vazar por um dispositivo infectado por infostealer, um e-mail comprometido ou um ex-funcionário. O correto é migrar para um cofre corporativo com MFA e, sempre que a plataforma permitir, operar por delegação nominal de acesso em vez de receber a senha do cliente.
O MFA por aplicativo autenticador protege contra sequestro de conta de ads?
Protege contra roubo simples de senha, mas não contra técnicas modernas que furtam o cookie de sessão já autenticado — nesse caso o atacante entra com a sessão validada e contorna o MFA. A proteção robusta é MFA resistente a phishing baseado em FIDO2/WebAuthn (chaves físicas ou passkeys), que vincula a autenticação ao domínio legítimo e não pode ser retransmitida.
Se um cliente tiver a conta de ads sequestrada pela minha agência, quem responde pela LGPD?
Em regra a agência é operadora e o cliente é controlador dos dados. A operadora deve comunicar o controlador sobre o incidente, e o controlador avalia a comunicação à ANPD e aos titulares afetados. Sem evidência forense do que vazou, a agência fica sem delimitar o escopo e responde pelo pior cenário presumido — por isso resposta a incidentes com forense é essencial.
Quanto tempo a Decripte leva para conter um sequestro de conta?
O SLA de contenção é de até uma hora a partir da confirmação do incidente. A contenção inclui invalidar sessões, redefinir credenciais comprometidas, remover administradores fraudulentos, pausar campanhas maliciosas e congelar formas de pagamento alteradas para estancar o desvio de verba.
A Decripte ajuda a recuperar contas de Business Manager e redes sociais sequestradas?
Sim. A resposta a incidentes inclui a recuperação dos acessos e a reconstituição da estrutura de propriedade e de papéis nas contas de anúncio e nos gerenciadores, devolvendo o controle legítimo à agência e aos clientes, além de fechar o vetor que permitiu o sequestro.
Administramos os sites de vários clientes. Isso entra no escopo de segurança?
Sim. Os sites administrados pela agência entram no hardening: atualização disciplinada de CMS e plugins, remoção de credenciais padrão, segmentação entre os sites de diferentes clientes para que o comprometimento de um não contamine os demais, e proteção de borda com WAF seguindo as categorias de risco do OWASP.
Como começo sem um grande investimento inicial?
Comece pelo diagnóstico gratuito de Gestão de Ameaças em decripte.io/free, que mapeia credenciais expostas e superfícies de risco da sua agência sem custo. A partir do que for revelado, você avança para os planos pagos em /planos, dimensionados ao seu porte e ao número de clientes sob custódia, tudo self-service.
Vocês treinam minha equipe contra phishing?
Sim. Como o phishing e a engenharia social contra gestores são a porta de entrada mais comum, a estruturação inclui treinamento dos gestores de tráfego, social e atendimento para reconhecer iscas, além de autenticação de domínio do e-mail (SPF/DKIM/DMARC) e proteção dos dispositivos que carregam as sessões autenticadas.
Termos do setor
- ATO (Account Takeover)
- Sequestro de conta: o atacante obtém controle de um login legítimo, por roubo de senha ou de cookie de sessão, e passa a operar como se fosse o usuário verdadeiro — adicionando administradores, trocando pagamentos e desviando verba.
- MFA resistente a phishing (FIDO2/WebAuthn)
- Autenticação multifator baseada em chaves físicas ou passkeys que vincula o login ao domínio legítimo. Diferente de SMS e códigos de app, não pode ser retransmitida por sites falsos nem contornada por roubo de cookie.
- Roubo de cookie de sessão
- Técnica em que um malware (infostealer) ou página de phishing captura o token de uma sessão já autenticada, permitindo ao atacante entrar sem precisar da senha nem passar pelo desafio de MFA.
- Operadora e controladora (LGPD)
- Sob a LGPD, a controladora decide sobre o tratamento dos dados (o cliente da agência) e a operadora trata os dados em nome dela (a agência). Em um incidente, a operadora deve comunicar a controladora, que avalia a notificação à ANPD e aos titulares.
- Delegação nominal de acesso
- Modelo em que a agência é adicionada como parceira ou administradora nas plataformas de mídia do cliente sem receber a senha dele. Cada operador usa sua identidade própria com MFA, e o cliente revoga o acesso com um clique ao fim do contrato.
- Business Manager
- Gerenciador de negócios de plataformas de mídia (como o Meta Business Manager) que concentra páginas, perfis, contas de anúncio e formas de pagamento. É o alvo central em sequestros porque controla canais e verbas de várias marcas.
A Decripte protege e responde a incidentes no setor de agências de marketing e publicidade.
Pentest, SOC 24x7, resposta a incidentes com SLA de contenção de 1 hora e conformidade — sem você montar um time interno. Ou comece de graça vendo o que já vazou da sua empresa.
