Segurança para Autarquias e Agências Reguladoras

Sistemas de fiscalização, registros de licenciamento e bases de regulados são alvo de espionagem, ransomware e fraude. A Decripte investiga, blinda e implanta trilhas de integridade para que o ato regulatório permaneça confiável.

Resposta direta

Para proteger uma autarquia ou agência reguladora, a prioridade é garantir a integridade e a rastreabilidade dos registros regulatórios — licenciamentos, autorizações, fiscalizações e sanções — porque é a confiabilidade desses atos que sustenta a função pública. Na prática isso significa: monitorar 24x7 os sistemas de fiscalização e os bancos de dados de regulados (SOC com threat hunting), aplicar trilhas de auditoria imutáveis e hashing de integridade sobre cada alteração de registro, segregar funções administrativas (quem cria, quem aprova, quem audita), testar ofensivamente os portais de protocolo e processo eletrônico (pentest), e manter um plano de resposta a incidentes com contenção em até 1 hora. A conformidade com a LGPD — incluindo o tratamento adequado de dados pessoais de regulados e a comunicação à ANPD em caso de incidente — não é opcional para o setor público. A Decripte opera tudo isso de forma self-service: você pode começar gratuitamente o diagnóstico de Gestão de Ameaças em decripte.io/free e mapear o risco real da sua autarquia antes de contratar qualquer plano.

24/7

SOC monitorando fiscalização e registros

<=1h

SLA de contenção em incidentes

LGPD

Tratamento de dados de regulados conforme ANPD

ISO 27001

Controles de integridade e auditoria

Em resumo

  • O ativo crítico de uma agência reguladora não é apenas o dado, é a integridade do ato regulatório: um registro de licenciamento adulterado destrói a confiança pública e tem efeito jurídico imediato.
  • Ransomware em sistema de fiscalização paralisa a função institucional inteira; backup imutável testado e segmentação de rede são o que diferencia horas de paralisação de semanas.
  • Espionagem de dados regulatórios estratégicos costuma ser silenciosa e de longa permanência — exige threat hunting proativo, não só alarmes reativos.
  • Trilha de auditoria imutável com hashing por registro permite provar, perante controle interno e externo, que um registro não foi alterado fora do fluxo legítimo.
  • A LGPD aplica-se ao setor público: dados de regulados e cidadãos exigem base legal, minimização e notificação à ANPD em incidentes relevantes.
  • O caminho de entrada é gratuito e self-service: diagnóstico de ameaças em decripte.io/free, planos pagos em /planos.
Setor Público e Educação

Cibersegurança para Autarquias e Agências Reguladoras

Sistemas de fiscalização, registros de licenciamento e bases de regulados são alvo de espionagem, ransomware e fraude. A Decripte investiga, blinda e implanta trilhas de integridade para que o ato regulatório permaneça confiável.

Por que autarquias e agências reguladoras são alvo

Uma autarquia ou agência reguladora não guarda apenas dados — ela guarda a fé pública sobre fatos econômicos e jurídicos. Um registro de licenciamento, uma autorização de funcionamento, um auto de infração, uma outorga ou uma habilitação técnica são atos administrativos com efeito imediato sobre mercados, patrimônios e direitos. Quem consegue alterar, suprimir ou fabricar um desses registros não está apenas roubando informação: está manipulando a própria realidade regulatória. Esse é o motivo pelo qual o setor concentra um perfil de ameaça distinto do varejo ou de uma fintech comum.

O atrativo para o atacante é triplo. Primeiro, o valor estratégico dos dados regulatórios: informações sobre regulados, processos de fiscalização em andamento, sanções iminentes e dados técnicos submetidos sob sigilo têm valor concorrencial e de inteligência. Segundo, a capacidade de manipulação: alterar um campo de status de 'irregular' para 'regular', adiantar ou suprimir uma penalidade, ou inserir um registro inexistente pode valer muito para um terceiro mal-intencionado. Terceiro, o impacto de paralisação: como a função regulatória é essencial e tem prazos legais, parar um sistema de fiscalização ou de protocolo eletrônico gera pressão imediata — o terreno ideal para extorsão por ransomware.

O ataque mais perigoso costuma ser o mais discreto

Diferente de um defacement de site, a adulteração de um registro regulatório pode passar despercebida por meses. O atacante não quer derrubar o sistema — quer que ele continue funcionando, exibindo o dado falso como se fosse legítimo. Sem trilha de integridade e detecção de anomalia, a fraude só aparece quando o dano já se consumou.

Há ainda uma camada de dados pessoais que muitas vezes é subestimada. Bases de regulados incluem CPFs e CNPJs de responsáveis técnicos, endereços, documentos submetidos, dados financeiros de processos sancionadores e, em diversos setores, dados sensíveis. O vazamento dessas bases é incidente de proteção de dados sob a LGPD, com obrigação de avaliação de risco e, quando aplicável, comunicação à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e aos titulares afetados.

O mapa de ameaças do setor regulatório

Quatro vetores que definem a superfície de risco

A Decripte modela o risco de autarquias e reguladores a partir de quatro famílias de ameaça que se reforçam mutuamente. Entendê-las separadamente é o que permite construir defesa em profundidade em vez de comprar controles soltos.

Os quatro vetores prioritários

  • Espionagem de dados regulatórios estratégicos: acesso persistente e silencioso a processos de fiscalização, dados técnicos sob sigilo e inteligência sobre regulados.
  • Ransomware em sistemas de fiscalização: criptografia dos sistemas operacionais e bancos de dados, com dupla extorsão (paralisação + ameaça de vazamento).
  • Manipulação de registro e licenciamento: adulteração, supressão ou inserção fraudulenta de atos administrativos nos sistemas de processo eletrônico.
  • Vazamento de dados de regulados: exfiltração de bases com dados pessoais e empresariais, gerando incidente sob a LGPD.

A espionagem normalmente começa por phishing direcionado a servidores com acesso privilegiado, por credenciais reaproveitadas ou por uma falha em um portal exposto à internet. Uma vez dentro, o atacante busca persistência e movimento lateral até os sistemas de processo e às bases de dados. Em ataques de Estado ou de concorrentes, a permanência média antes da detecção pode ser de muitos meses — por isso o threat hunting proativo, que procura ativamente sinais de comprometimento em vez de esperar um alarme, é central no setor.

O ransomware explora a mesma porta de entrada, mas com objetivo barulhento. Em órgãos públicos brasileiros, os casos mais graves combinaram ausência de segmentação de rede (tudo na mesma VLAN), backups acessíveis a partir do mesmo domínio comprometido e ausência de detecção de movimentação lateral. O resultado típico: sistemas de protocolo, fiscalização e atendimento parados simultaneamente por semanas.

Manipulação de registro: o vetor mais subestimado

Adulterar um licenciamento exige menos privilégio do que se imagina quando o sistema confia cegamente em qualquer escrita autenticada. Sem segregação de funções (SoD), sem aprovação em dois olhos para mudanças sensíveis e sem hash de integridade por registro, um único usuário comprometido — ou um insider — consegue reescrever o status de um regulado e o sistema o trata como verdade.

Gestão de Ameaças · Grátis

Os dados de autarquias e agências reguladoras já estão expostos ou à venda? Descubra agora — de graça.

Sem cartão, sem compromisso. Descubra em minutos o que já vazou da sua empresa e qual é o seu risco real.

Anatomia de uma adulteração de licenciamento

Para tornar concreto, vale percorrer como uma manipulação de registro realmente acontece. O atacante raramente 'invade o banco de dados' do jeito que o imaginário popular descreve. O caminho costuma ser mais sutil: comprometer a conta de um servidor com perfil de operação no sistema de processo eletrônico, ou explorar uma falha de autorização no próprio portal — por exemplo, um endpoint que permite alterar um registro sem verificar se o usuário tem competência para aquele ato (uma falha de Broken Access Control, a categoria nº 1 do OWASP Top 10).

O gatilho típico

Uma agência detecta que o status de licenciamento de uma empresa fiscalizada mudou de 'suspenso' para 'ativo' fora de qualquer fluxo de despacho. Não há processo, não há assinatura, não há registro de quem aprovou. O log de aplicação mostra apenas um UPDATE bem-sucedido, autenticado com uma credencial legítima, num horário atípico. É o momento em que a agência percebe que precisa não só reverter o dado, mas provar a todos os órgãos de controle que os demais milhões de registros não foram tocados.

É exatamente nesse ponto que a integridade vira o problema central. Reverter um campo é trivial; reconstruir a confiança em toda a base é o trabalho real. Por isso a estruturação que a Decripte implanta foca em tornar cada alteração rastreável, atribuível e verificável — para que, no dia do incidente, a pergunta 'o que mais foi adulterado?' tenha resposta determinística e não uma investigação de meses.

O que torna um sistema regulatório resiliente à adulteração

  • Trilha de auditoria imutável (append-only), separada do banco operacional e fora do alcance do administrador da aplicação.
  • Hash de integridade por registro encadeado, de forma que qualquer alteração silenciosa quebre a cadeia e seja detectável.
  • Segregação de funções: quem opera não aprova, quem aprova não audita; mudanças sensíveis exigem dois olhos.
  • Detecção de anomalia comportamental: escrita fora de fluxo, horário atípico, volume incomum de alterações por usuário.
  • Princípio do menor privilégio e revisão periódica de acessos privilegiados aos sistemas de processo.

Espionagem e ameaça persistente: o jogo silencioso

A espionagem contra reguladores é o vetor que menos gera manchete e mais gera dano estratégico. O objetivo do atacante é permanecer invisível enquanto extrai inteligência: cronogramas de fiscalização, pareceres técnicos não publicados, dados submetidos sob sigilo comercial, deliberações em andamento. Esse tipo de intrusão é caracterizado por baixo ruído, uso de ferramentas legítimas do próprio sistema operacional ('living off the land') e exfiltração lenta para evitar limiares de alarme.

A defesa eficaz aqui não é um produto, é uma disciplina: threat hunting. Em vez de esperar que um alerta dispare, a equipe de caça parte de hipóteses — 'se houvesse um implante de acesso remoto, onde ele apareceria?' — e procura ativamente nos dados de telemetria por indícios fracos: conexões de rede anômalas, processos com pais incomuns, autenticações fora de padrão geográfico ou de horário, persistência em mecanismos de inicialização. O SOC 24x7 da Decripte combina monitoramento contínuo com caça periódica orientada por inteligência de ameaças.

Detecção, não só prevenção

Nenhuma prevenção é perfeita. A maturidade real de uma agência reguladora se mede pelo tempo entre o comprometimento e a detecção (dwell time). Reduzir esse tempo de meses para horas é o objetivo central do monitoramento contínuo com caça proativa — e é o que limita o dano da espionagem antes que a inteligência roubada seja usada.

Threat hunting também alimenta um ciclo virtuoso: cada caçada que encontra uma técnica nova vira uma regra de detecção permanente, que passa a disparar automaticamente. Com o tempo, a superfície que o atacante consegue explorar sem ser visto encolhe continuamente.

Ransomware: da paralisação à continuidade da função pública

Para uma agência reguladora, ransomware não é um problema de TI — é a interrupção de uma função de Estado com prazos legais. Quando o sistema de fiscalização para, processos travam, protocolos não são recebidos, prazos correm contra o órgão e o cidadão fica sem serviço. Os grupos de ransomware sabem disso e calibram a extorsão exatamente sobre essa pressão.

O que reduz o impacto de um ransomware no setor

  • Backup imutável e testado: cópias que o atacante não consegue criptografar nem apagar, com restauração ensaiada periodicamente.
  • Segmentação de rede: separar sistemas de fiscalização, bases de regulados, estações administrativas e backups em zonas distintas para conter o movimento lateral.
  • Detecção de comportamento de criptografia em massa, que permite isolar o host antes que o ransomware se propague.
  • Plano de resposta a incidentes com papéis definidos, comunicação com órgãos de controle e decisão estruturada sobre acionamento.

A diferença entre uma agência que se recupera em horas e outra que fica semanas paralisada quase nunca está na sofisticação do ataque — está na preparação. Backup imutável testado, segmentação real e um runbook de resposta ensaiado transformam um evento catastrófico em um incidente gerenciável. A Decripte trata o ransomware como um cenário de continuidade de negócio, não apenas de segurança.

Pagar o resgate não restaura a confiança

Mesmo quando uma chave de descriptografia é entregue, restam dúvidas: o que foi exfiltrado? O atacante ainda tem acesso? Os dados restaurados foram adulterados? Por isso a resposta da Decripte sempre inclui erradicação completa do acesso, verificação de integridade dos dados restaurados e caça por persistência residual — não apenas voltar ao ar.

Gestão de Ameaças · Grátis

Quanto custaria um incidente em autarquias e agências reguladoras? Veja o seu risco real antes que ele aconteça.

Sem cartão, sem compromisso. Descubra em minutos o que já vazou da sua empresa e qual é o seu risco real.

Conformidade: LGPD, governo e o dever de proteger o regulado

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, Lei nº 13.709/2018) aplica-se ao setor público. Autarquias e agências reguladoras tratam dados pessoais de regulados, responsáveis técnicos e cidadãos, e por isso têm deveres concretos: base legal adequada para cada tratamento (em geral, execução de política pública e cumprimento de obrigação legal), minimização da coleta, controle de acesso, e — em caso de incidente que possa acarretar risco ou dano relevante aos titulares — comunicação à ANPD e aos afetados em prazo razoável.

Além da LGPD, o setor público observa um arcabouço de governança de segurança da informação que inclui boas práticas alinhadas a normas como a ISO/IEC 27001 (gestão de segurança da informação) e referências de privacidade como a ISO/IEC 27701. A Decripte estrutura os controles para que a agência consiga demonstrar conformidade de forma auditável — não apenas afirmar que está em conformidade, mas provar com evidências, políticas e trilhas.

Pilares de conformidade que a Decripte ajuda a implantar

  • Mapeamento de dados pessoais tratados e respectivas bases legais (registro de operações de tratamento).
  • Plano de resposta a incidentes alinhado ao dever de comunicação à ANPD e aos titulares.
  • Controles de acesso, segregação de funções e trilhas de auditoria para fins de prestação de contas.
  • Avaliação de risco e medidas técnicas e administrativas proporcionais à sensibilidade dos dados.
  • Gestão de fornecedores e operadores que acessam dados do órgão.

Importante: a Decripte não inventa exigências nem números de norma. O trabalho é traduzir o que a lei e as boas práticas efetivamente requerem para o contexto específico da autarquia, priorizando o que reduz risco real e o que é cobrado em auditorias de controle interno e externo.

Como a Decripte atua: do diagnóstico à blindagem contínua

A entrada é deliberadamente simples e sem fricção. Você não precisa falar com ninguém para começar a entender seu risco. O diagnóstico de Gestão de Ameaças é gratuito e self-service em decripte.io/free: ele mapeia a exposição externa da sua autarquia — portais, serviços expostos, vazamentos associados ao domínio, sinais de risco — e entrega uma leitura concreta do que precisa de atenção. A partir daí, os planos pagos em /planos cobrem a operação contínua.

Comece pelo diagnóstico gratuito

Em decripte.io/free você inicia o diagnóstico de Gestão de Ameaças sem custo e sem formulário de vendas. É a forma mais rápida de transformar 'achamos que estamos seguros' em um retrato objetivo do risco da sua agência. Os planos pagos ficam em /planos quando você decidir operar de forma contínua.

A partir do diagnóstico, a estruturação combina quatro frentes: ofensiva (pentest dos sistemas regulatórios e portais), defensiva contínua (SOC 24x7 com threat hunting), integridade (trilhas de auditoria e detecção de adulteração) e governança (conformidade LGPD e controles auditáveis). Cada frente alimenta a outra: o que o pentest encontra vira regra de detecção no SOC; o que a caça descobre vira controle de governança.

Anatomia de uma tentativa de adulteração de registro de licenciamento (cenário ilustrativo)

Cenário ilustrativo

Cenário ilustrativo, não baseado em cliente real. Uma agência reguladora estadual opera um sistema de processo eletrônico onde tramitam licenciamentos, autorizações e sanções de milhares de regulados. A equipe de fiscalização nota que o status de um regulado — antes 'suspenso por irregularidade' — aparece como 'ativo e regular', sem que exista qualquer despacho, assinatura ou processo correspondente. A suspeita de adulteração dispara o acionamento da Decripte. O desafio não é apenas corrigir um campo: é provar, perante o controle interno e externo, que a integridade de toda a base de registros permanece confiável.

  1. Detecção

    A anomalia é identificada por divergência entre o status exibido e a ausência de processo correspondente. O SOC correlaciona logs de aplicação e banco e isola um UPDATE autenticado com credencial legítima de um servidor, executado em horário atípico e fora de qualquer fluxo de despacho. A trilha de integridade por hash encadeado confirma que o registro foi alterado fora do caminho legítimo — a cadeia de hash daquele registro está quebrada.

  2. Contenção

    Em até 1 hora do acionamento, a Decripte aciona o SLA de contenção: a credencial comprometida é suspensa, as sessões ativas daquele usuário são revogadas, e a escrita nos registros sensíveis passa a exigir aprovação em dois olhos temporariamente. O sistema de fiscalização permanece no ar para não interromper a função pública, mas com a superfície de escrita reduzida e monitorada em tempo real.

  3. Investigação

    A equipe determina o vetor: a credencial do servidor havia sido comprometida por phishing, e o portal possuía uma falha de autorização (Broken Access Control) que permitia alterar o status de um registro sem verificar a competência do usuário para aquele ato. Threat hunting na base inteira, usando a cadeia de hashes de integridade, identifica de forma determinística exatamente quais registros tiveram a cadeia quebrada — confirmando que a adulteração foi pontual e não disseminada.

  4. Erradicação

    A falha de autorização do portal é corrigida e validada. Todas as credenciais com perfil de escrita nos sistemas de processo são rotacionadas, a autenticação multifator é reforçada para operações sensíveis, e a Decripte caça por persistência residual (implantes, regras de acesso criadas pelo atacante, contas órfãs) para garantir que o acesso indevido foi completamente eliminado.

  5. Recuperação

    O registro adulterado é revertido ao estado legítimo a partir da trilha de auditoria imutável, com documentação completa da cadeia de evidências. A agência recebe um relatório que demonstra, com base nos hashes de integridade, que os demais registros permanecem íntegros — o entregável que sustenta a prestação de contas ao controle interno e externo.

  6. Estruturação

    A Decripte implanta de forma permanente: trilha de auditoria append-only separada do banco operacional, hash de integridade encadeado por registro, segregação de funções (operação, aprovação e auditoria), e detecção de anomalia comportamental (escrita fora de fluxo, horário e volume atípicos). O sistema passa a tornar qualquer adulteração futura imediatamente detectável.

  7. Lições

    O incidente confirma que, no setor regulatório, integridade e rastreabilidade são o ativo a defender. Confiar cegamente em qualquer escrita autenticada é o erro estrutural; a combinação de menor privilégio, segregação de funções, dois olhos para atos sensíveis e trilha imutável é o que converte um sistema vulnerável em um sistema onde a fraude não passa despercebida.

Desfecho com a Decripte

A agência conteve a tentativa de adulteração em até 1 hora, comprovou a integridade de toda a base de registros e passou a operar com trilha de integridade e detecção de adulteração permanentes. Mais do que reverter um dado, a Decripte restaurou a confiança no ato regulatório — e transformou um incidente em um salto de maturidade de segurança, com SOC 24x7, pentest recorrente dos sistemas regulatórios e conformidade LGPD auditável.

Resposta a Incidentes · 24/7

Não espere o incidente acontecer. Comece a blindar autarquias e agências reguladoras hoje mesmo.

Comece pelo diagnóstico gratuito agora e veja em minutos o que já vazou. SOC 24x7 e contenção em até 1h nos planos pagos.

Como a Decripte responde a um incidente em uma agência reguladora

A resposta a incidentes da Decripte segue um método estruturado e adaptado ao que mais importa no setor: preservar a função pública, conter o dano e provar a integridade dos registros. Cada passo gera evidência para prestação de contas e cumprimento da LGPD.

  1. Acionamento e contenção em até 1 hora: suspensão de credenciais comprometidas, revogação de sessões e redução imediata da superfície de escrita nos sistemas de fiscalização, mantendo a função pública no ar sempre que possível.
  2. Preservação forense: coleta e isolamento de evidências (logs de aplicação e banco, telemetria de rede, imagens de sistemas) com cadeia de custódia, para sustentar a investigação e eventuais providências de controle.
  3. Determinação do vetor e do escopo: identificação de como o atacante entrou (phishing, falha de autorização, credencial reaproveitada) e, usando trilhas de integridade, definição determinística de quais registros foram tocados.
  4. Erradicação completa: correção da falha explorada, rotação de credenciais privilegiadas, reforço de autenticação multifator e caça por persistência residual para garantir que o acesso indevido foi eliminado.
  5. Recuperação verificada: restauração de registros a partir de trilha imutável, verificação de integridade dos dados restaurados e confirmação de que os sistemas voltaram a um estado confiável — não apenas operacional.
  6. Comunicação e conformidade: apoio à avaliação de risco do incidente e ao dever de comunicação à ANPD e aos titulares afetados quando houver dados pessoais envolvidos, com documentação adequada.
  7. Lições aprendidas e endurecimento: transformação de cada técnica observada em regra de detecção permanente no SOC e em controle de governança, reduzindo a superfície explorável a cada incidente.
  8. Transição para monitoramento contínuo: integração do órgão ao SOC 24x7 com threat hunting, para que a próxima tentativa seja detectada em horas, não em meses.

Como a Decripte estrutura a segurança de uma autarquia ou agência reguladora

Responder a um incidente é necessário, mas o objetivo é que ele não se repita. A estruturação da Decripte organiza a defesa em pilares que se reforçam, com foco no que é específico do setor: a integridade do ato regulatório e a proteção dos dados de regulados.

Integridade e rastreabilidade dos registros

Trilha de auditoria imutável (append-only) separada do banco operacional, hash de integridade encadeado por registro e segregação de funções (operação, aprovação e auditoria) com aprovação em dois olhos para atos sensíveis. Resultado: qualquer adulteração se torna imediatamente detectável e provável.

Monitoramento contínuo e threat hunting

SOC 24x7 que vigia sistemas de fiscalização, portais e bases de regulados, combinando detecção em tempo real com caça proativa por sinais de espionagem e movimento lateral. Cada técnica descoberta vira regra permanente, reduzindo o dwell time de meses para horas.

Validação ofensiva recorrente

Pentest dos sistemas regulatórios, portais de protocolo e processo eletrônico, com foco em falhas de autorização (Broken Access Control), autenticação e exposição de APIs — encontrando as brechas antes que o atacante o faça e alimentando o SOC com cenários reais.

Resiliência a ransomware

Backup imutável e testado, segmentação de rede entre fiscalização, bases, estações e backups, detecção de criptografia em massa e runbook de resposta ensaiado, para que a paralisação da função pública seja contida e a recuperação seja rápida e verificada.

Conformidade LGPD auditável

Mapeamento de dados pessoais e bases legais, controles de acesso e trilhas para prestação de contas, plano de resposta alinhado ao dever de comunicação à ANPD e gestão de operadores e fornecedores — conformidade que se demonstra com evidência, não apenas se afirma.

Gestão contínua de vulnerabilidades

Identificação, priorização e acompanhamento da correção de vulnerabilidades nos ativos expostos e internos, com priorização por risco real ao contexto regulatório, fechando o ciclo entre o que o pentest encontra e o que precisa ser corrigido em produção.

Planos recomendados para Autarquias e Agências Reguladoras

Perguntas frequentes

A LGPD se aplica a autarquias e agências reguladoras?

Sim. A LGPD (Lei nº 13.709/2018) aplica-se ao setor público. Autarquias e reguladores tratam dados pessoais de regulados, responsáveis técnicos e cidadãos, geralmente com base legal em execução de política pública e cumprimento de obrigação legal. Em caso de incidente que possa gerar risco ou dano relevante aos titulares, há dever de comunicação à ANPD e aos afetados. A Decripte ajuda a estruturar esses controles de forma auditável.

Como vocês protegem contra a adulteração de registros de licenciamento?

Com uma combinação de trilha de auditoria imutável (append-only) separada do banco operacional, hash de integridade encadeado por registro, segregação de funções e aprovação em dois olhos para atos sensíveis, além de detecção de anomalia comportamental. Isso torna qualquer alteração fora do fluxo legítimo imediatamente detectável e permite provar, perante o controle interno e externo, quais registros foram ou não tocados.

O que acontece se nossos sistemas de fiscalização forem atingidos por ransomware?

A resposta da Decripte tem SLA de contenção em até 1 hora: isolamento dos sistemas afetados, preservação forense, erradicação completa do acesso e recuperação a partir de backup imutável testado, com verificação de integridade dos dados restaurados. O foco é tratar o ransomware como continuidade da função pública, não apenas como um problema de TI — e nunca confiar que pagar resgate restaura a confiança.

Como detectar espionagem se o atacante é silencioso?

Por meio de threat hunting proativo combinado ao SOC 24x7. Em vez de esperar um alarme, a equipe parte de hipóteses e procura ativamente por indícios fracos de comprometimento — conexões anômalas, persistência incomum, autenticações fora de padrão. Cada caçada que encontra uma técnica nova vira regra de detecção permanente, reduzindo continuamente a superfície que o atacante consegue explorar sem ser visto.

Precisamos falar com um vendedor para começar?

Não. A entrada é self-service. Você pode iniciar gratuitamente o diagnóstico de Gestão de Ameaças em decripte.io/free, que mapeia a exposição externa da sua autarquia sem custo e sem formulário. Quando decidir operar de forma contínua, os planos pagos estão em /planos.

Vocês testam nossos portais e sistemas de processo eletrônico?

Sim, por meio do Pentest. O foco para o setor regulatório inclui falhas de autorização (Broken Access Control, a categoria nº 1 do OWASP Top 10), problemas de autenticação e exposição de APIs nos portais de protocolo e processo eletrônico. As brechas encontradas alimentam regras de detecção no SOC, fechando o ciclo entre ofensiva e defesa.

O que é uma trilha de integridade e por que ela importa para nós?

É um mecanismo que registra cada alteração de dado de forma imutável e encadeada por hash, de modo que qualquer modificação silenciosa quebre a cadeia e seja detectável. Para uma agência reguladora, ela é o que permite responder, no dia de um incidente, à pergunta crítica 'o que mais foi adulterado?' de forma determinística — e provar a integridade da base aos órgãos de controle.

Como vocês ajudam na prestação de contas ao controle interno e externo?

Toda a operação gera evidência auditável: trilhas de auditoria, relatórios de pentest, registros de detecção e resposta, e documentação de incidentes. Isso permite que a agência demonstre conformidade e diligência com evidências concretas, e não apenas com afirmações — o que é essencial em auditorias de controle interno, externo e perante a ANPD.

Termos do setor

Trilha de auditoria imutável (append-only)
Registro de eventos e alterações que só permite acréscimos, nunca edição ou exclusão. Mantida separada do banco operacional e fora do alcance do administrador da aplicação, serve para provar o que aconteceu sem possibilidade de manipulação retroativa.
Hash de integridade encadeado
Técnica em que cada registro recebe uma impressão digital criptográfica que incorpora a do registro anterior, formando uma cadeia. Qualquer alteração silenciosa quebra a cadeia, tornando a adulteração imediatamente detectável.
Broken Access Control
Falha de controle de autorização — a categoria nº 1 do OWASP Top 10 — em que um sistema permite a um usuário executar ações ou acessar dados além de sua competência. No setor regulatório, é o vetor clássico para adulteração de status de licenciamento.
Threat hunting
Busca proativa por sinais de comprometimento, partindo de hipóteses em vez de esperar alarmes. Essencial contra espionagem silenciosa, reduz o dwell time — o tempo entre o comprometimento e a detecção — de meses para horas.
Segregação de funções (SoD)
Princípio de governança que separa quem opera, quem aprova e quem audita uma ação. Combinado à aprovação em dois olhos para atos sensíveis, impede que um único usuário comprometido consiga adulterar um registro regulatório sozinho.
ANPD
Autoridade Nacional de Proteção de Dados, órgão responsável por fiscalizar o cumprimento da LGPD no Brasil. Em incidentes de segurança com dados pessoais que possam gerar risco relevante aos titulares, há dever de comunicação à ANPD e aos afetados.

A Decripte protege e responde a incidentes no setor de autarquias e agências reguladoras.

Pentest, SOC 24x7, resposta a incidentes com SLA de contenção de 1 hora e conformidade — sem você montar um time interno. Ou comece de graça vendo o que já vazou da sua empresa.